Cazuza – Só Se For A 2 (1987)
Artista: Cazuza
Disco: Só Se For A 2
Ano: 1987
Esta edição: 1997 (Re-edição em CD)
Gravadora: Philips (original) / Polygram (Esta edição)
Estilo: Pop Rock, MPB
Tempo total: 36:29
Formato: MP3 320k (+ scans)
Faixas:
01. Só Se For A Dois – 4:00
02. Ritual – 2:45
03. O Nosso Amor A Gente Inventa (Estória Romântica) – 3:32
04. Culpa De Estimação – 3:00
05. Solidão Que Nada – 3:51
06. Completamente Blue – 3:20
07. Vai À Luta – 3:44
08. Quarta-Feira – 3:51
09. Heavy Love – 3:00
10. O Lobo Mau Da Ucrânia – 2:19
11. Balada Do Esplanada – 3:00
Um pouco da história:
Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de
abril de 1958 — Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990), foi um cantor, compositor,
poeta e letrista brasileiro. Primeiramente conhecido como vocalista e principal
letrista da banda Barão Vermelho, na qual fez bem sucedida parceria com Roberto
Frejat, Cazuza posteriormente seguiu carreira solo, sendo aclamado pela crítica
como um dos principais poetas da música brasileira.
Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo
declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo
(termo usado para descrever a presença do vírus HIV, causador da Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida), e morreu em 1990, no Rio de Janeiro.
Em outubro de 2008 a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores
Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Cazuza na 34ª posição.
Filho de João Araújo (1935-2013), produtor fonográfico e de Lucinha Araújo
(1936), Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor, seu
verdadeiro nome foi recebido por insistência da avó paterna. Na infância, Cazuza
nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na
escola. Só mais tarde, quando descobre que um dos compositores prediletos,
Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do
cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome.
Cazuza sempre teve contato com a música. Influenciado desde pequeno pelos
grandes nomes da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções
dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio
Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da
roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção “Perto do fogo”,
que Rita musicou. Cazuza cresceu no bairro do Leblon e estudou no Colégio Santo
Inácio até mudar para o Colégio Anglo-Americano, para evitar reprovação. Como os
pais às vezes saíam à noite, o filho único ficava na companhia da avó materna,
Alice. Por volta de 1965 começou a escrever letras e poemas, que mostrava à avó.
Graças ao ambiente profissional do pai, Cazuza cresceu em volta dos maiores
nomes da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Elis Regina, Gal Costa,
Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, entre outros. A mãe, Lucinha Araújo,
também cantava e gravou três discos.
Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã. Por
causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso ele
passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976, mas
desistiu do curso três semanas depois. Mais tarde começou a frequentar o Baixo
Leblon, onde levou uma vida boêmia. Assim, João Araújo criou um emprego para
ele na gravadora Som Livre, da qual foi fundador e presidente. Na Som Livre,
Cazuza trabalhou no departamento artístico, onde fez triagem de fitas de novos
cantores. Logo depois trabalhou na assessoria de imprensa, onde escreveu
releases para divulgar os artistas. No final de 1979 fez um curso de
fotografia na Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos. Lá,
descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais
tarde teria grande influência na carreira. Em 1980 retornou ao Rio de Janeiro,
onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador.
Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez. O cantor e
compositor Leo Jaime, convidado para integrar uma nova banda de rock de
garagem que se formava no bairro carioca do Rio Comprido, não aceitou, mas,
indicou Cazuza aos vocais. Daqueles ensaios na casa do tecladista Maurício
Barros, nasceu o Barão Vermelho com que Cazuza esteve até 1985.
Só Se For a Dois é o segundo álbum solo do cantor de rock brasileiro Cazuza,
lançado em março de 1987.
Só Se For a Dois, o segundo álbum solo de Cazuza foi gravado no segundo semestre
de 1986. Como a gravadora Som Livre resolveu terminar com o seu cast, a
PolyGram, em seguida, contratou Cazuza e lançou o disco em março de 1987 pelo
selo Philips (agora Universal Music Group). Só Se For a Dois inclui o hits “O
Nosso Amor a Gente Inventa (Uma Estória Romântica) e “Solidão Que Nada”, além de
“Vai à Luta” que não teve tanta notoriedade.
Só Se For a Dois teve vendagem de 600 mil cópias, mesmo não tendo a mesma
divulgação dos outros álbuns.[carece de fontes] Em entrevistas sobre o álbum na
época Cazuza dizia: “O disco Só Se For a Dois, me permitiu usar uma coisa não
rock ‘n’ roll. Eu tenho esse lado de cantor de churrascaria…”, nesse disco
Cazuza experimentou parcerias distintas, tendo em vista que muito das bases da
músicas foram feitas juntos com a banda sua de apoio.
Fonte: Wikipedia
Site oficial: www.cazuza.com.br
Outros discos do cantor já foram publicados aqui no blog (ache eles AQUI).
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